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sábado, 7 de julho de 2012

Obrigado, Senhor Jesus...



"Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos." Salmos 19.1


Mais uma vez Deus me mostrou a sua maravilhosa presença e, mais ainda, sua infinita misericórdia! Um pouco tempo após comemorar mais um natalício - chegando aos 3.1 power - e de receber a benção de ser aprovado no doutorado em Administração na UFPB (algo completamente impensável há alguns poucos anos para alguém que estudou toda sua vida em escola pública), recebi ontem a maior prova do cuidado e da misericórdia de Deus que já tive.

Saindo ontem a noite do PV depois de mais um jogo do meu Vozão, peguei um mototáxi como de costume. Logo percebi que o cara gostava de acelerar e logo fiquei temeroso. Quando vínhamos na 13 de Maio com Luciano Carneiro, pelo lado direito da pista, um carro na mão esquerda entra de uma vez sem ligar pisca na Luciano Carneiro, batendo na nossa moto - estávamos a uns 60km/h por baixo - que a mão de Deus fez com que não voássemos como esperado, ou se chocar no poste à nossa frente. Graças a Deus com o choque a moto foi jogada para a entrada da Luciano Carneiro e o motoqueiro teve habilidade para segurá-la sem que caíssemos (apenas tive um corte superficial no pé direito e um pouco de dor na perna pela pancada). O carro ficou com a lateral toda amassada, além de quebrar o retrovisor (bateu apenas no mata cachorro da moto e no guidon), mas percebendo a besteira que fizeram fugiram sem nem perguntar como estávamos.

O que posso dizer a não ser render graças ao meu Senhor e Salvador? Hoje poderia estar estampando os jornais como mais um caso de morte por acidente de trânsito (nunca mais ando de moto, a maioria é imprudente). Cada mancada que dou na perna dolorida rendo graças a Deus pelo cuidado e amor oferecidos a mim. Como dizia Paulo com seu espinho na carne para que não se vangloriasse com nada, apenas no Senhor! Tudo é teu, meu Deus...



quinta-feira, 10 de maio de 2012

Mudança: tão necessária mas tão difícil


Sou um cearense convicto. Mesmo com todos os problemas que há neste estado nunca havia pensado em beber de outras águas. Creio que mudar quando não se tem tantas raízes capilarizadas num solo tão argiloso (diria até rochoso) não deve ser tão complicado. Mas há momentos em nossa vida que precisamos dar alguns passos no desconhecido e arriscar um pouco (ou muito em outras circunstâncias). Como diz Içami Tiba em seu Poema "Portas": " a vida é generosa com quem se arrisca a abrir novas portas" e estou decidido a abrir mais uma. Semana que vem viajo à João Pessoa para fazer as provas da 1ª fase da seleção ao doutorado em Administração e Sociedade na UFPB. Para quem sempre estudou em escolas públicas e tem pais semianalfabetos sempre me dei por mais que satisfeito com minha suada graduação em Administração na UFC - não tinha qualquer grupo de referências para ir além disso. Entretanto, Deus não nos fez para a acomodação e se já cheguei até aqui por que não arriscar um pouco mais? Foi numa conversa com meu amigo de faculdade Leonel (já alguns meses depois de graduado) que se abriu uma nova possibilidade de seguir um pouco mais à frente. Ele já estava cursando o mestrado acadêmico em Administração na UECE e fiquei bastante interessado com a ideia. Nesta época trabalhava na FIC na secretaria de professores e lá pude conhecer diversas pessoas maravilhosas, mas uma foi fundamental para que me motivasse mais ainda a arriscar: prof. Dr Franzé Costa (que lecionava tanto na FIC quanto no mestrado da UECE). Ele é um exemplo para mim de que com esforço tudo é possível (assim como eu também possui familiares semianalfabetos). Só sei que fiz o teste Anpad e me saí muito bem. Daí decidi tentar além do mestrado da UECE (mais antigo do estado em Administração) o da UFC (que abrira a 1ª turma do mestrado acadêmico naquele ano de 2009). Depois de todas as provas, análises de projetos e entrevistas fiquei em êxtase quando saiu o resultado com minha aprovação em ambas. Infelizmente para mim (e felizmente para ele) o Franzé Costa passou num concurso para professor efetivo da UFPB e não mais faria parte do corpo docente da UECE, o que me fez decidir por permanecer na universidade que me fez bacharel em administração. Dois anos e meio de uma salada de alegria, aprendizado, apreensão, dúvida e vitória pude receber meu valioso título de Mestre em Administração e Controladoria. E disse para mim mesmo: - já cheguei aonde nunca imaginei chegar, estou mais que satisfeito! Mas como já disse outrora, a insatisfação que move o homem e cá estou prestes a dar um salto até há alguns anos completamente inimaginável: cursar doutorado e ainda por cima num estado diferente do meu querido Ceará. Não sei se lograrei êxito, mas estou contente só em ter tido a coragem de tentar!

PS.: Quis o destino que meus planos de aprender com o amigo e mestre Franzé fosse adiado para agora se esta for a vontade de Deus.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Prato Principal


Depois de alguns meses comendo carne de terceira - sem piada neste caso - é chegada a tão aguardada hora. Final com Clássico Rei! Espero que os vestiários estejam desta vez preparados com armários de aço para evitar nova depredação do patrimônio público...
O que seria do nosso futebol sem o clássico rei? Refazendo a pergunta: O que seria do Fortaleza sem o Ceará e "vasco"-versa? Nada! A glória de um time só existe por conta do seu arqui-rival! O que seria dos super-heróis se não fossem os vilões? O que seria do futebol se não houvesse as piadas do dia seguinte após uma derrota? O que seria do esporte se não houvesse adversário? Que bom que o Barça não é invencível, portanto!
Espero que toda esta euforia possa fazer sempre parte dos amantes do esporte, mas que isto não seja motivo para justificar agressões ou qualquer outra forma de vandalismos ao patrimônio público e privado. Somos adversários, nunca inimigos! Amar um clube é como amar uma mulher. Não há explicação. Algo sobrenatural acontece e quando nos apercebemos, já foi. Amor a primeira vista. Para os aficcionados pela saga Crepúsculo, uma espécie de "imprinting". Ou seja, defenderemos nossa paixão aonde quer que estivermos mesmo sabendo que estamos errados. Mas isso é paixão. Nem sempre o racional impera. Mas, novamente, nada justifica agressão física contra quem quer que seja.
Que possamos ter um clássico rei bem apimentado como deve ser uma final entre os maiores clubes do estado. Que vença o melhor (ou seja, sem dúvidas, o Ceará!).

PS.: O Reina vai jogar... E o Guto joga? :p

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Vivendo e aprendendo...


Não tinha noção que uma simples pergunta e - para mim - de óbvia resposta poderia trazer tanta celeuma. A fatídica pergunta ocorre normalmente nos dias de prova: "- Professor, posso responder com minhas próprias palavras?". A resposta obviamente é positiva, visto não ser justo obrigar (e nem é o objetivo de ensino) o aluno a memorizar conceitos de determinado autor. Infelizmente há quem confunda responder com suas próprias palavras com "responder o que eu acho da pergunta e como aceitou que eu respondesse com minhas próprias palavras tem que aceitar como respondi". Isso me deixa perplexo por não saber se fazem isso por esperteza com o intuito de me enrolar  (tipo vou ver se cola) ou pensam mesmo que numa prova eu aceitaria todas as respostas que não tinham nada a ver com o conceito que havia passado em minhas aulas. Se a resposta verdadeira for o primeiro pressuposto, não obtiveram o sucesso esperado (apenas me deixaram bem estressado, mas é do ofício). Se a questão se refere ao segundo pressuposto, fico triste em perceber o baixo nível de compreensão de uma parte dos alunos.
Assim creio que deva explicar a grande diferença da expressão "responder com minhas palavras" para "aceitarei tudo o que pensar que é verdade sobre a resposta". Quando falo que pode escrever com suas palavras, apenas permito que utilize seu córtex cerebral para adaptar o conceito do autor ao que pensas sobre o mesmo (ou seja, estás parafraseando o autor do conceito). 
Jamais poderia aceitar tudo o que pensas sobre a resposta de dada questão da prova como algo verdadeiro (inclusive se esquecer o conceito completo e deixa-o pela metade sem qualquer entendimento possível do mesmo).
Este infortúnio acabou por mudar a minha perspectiva de avaliação dos alunos. Infelizmente os justos pagam pelos pecadores. De agora em diante só farei questões objetivas: sem chance de reclamação, muito menos enchimento de linguiça. Sem contar as valiosas horas do meu dia que perco corrigindo e fazendo das tripas coração para tentar imaginar o que está escrito na prova - sempre tem aqueles alunos com dons para ser médico, nem que seja só na escrita.
Fica aqui meu desabafo e sei que não é exclusividade minha este dissabor, não é queridos amigos professores?

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Retomando este espaço

Depois de alguns anos sem usar esta ferramenta, bateu uma saudade e vou passar a usá-la mais.Tanto para falar do que penso acerca de fatos quanto como uma ferramenta de ensino. Vamos ver no que dá! ;D