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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Clientes Evangelistas


Durante estes dias reforcei minhas pesquisas e estudos sobre o tema da minha dissertação (na linha de pesquisa em Marketing). Por diversas vezes deparei-me com o novo jargão da área “clientes evangelistas”, que se refere em tornar os clientes tão satisfeitos e fidelizados com certo produto/serviço que os mesmos buscariam divulgá-lo para o maior número de pessoas com o princípio de que “se foi bom para mim também será para ele (a)”.

No primeiro momento até que tive certo contentamento com o que estava encontrando, uma analogia muito bem feita do mercado (produto/necessidade) com o cristianismo (evangelização/descrentes). Contudo, ao fazer uma reflexão crítica acerca dos fatos, esse contentamento tornou-se desolação.

Fiquei imaginando a minha vida e o meu papel como cristão autêntico que recebeu o Senhor Jesus Cristo como único Senhor e Salvador de minha vida, que foi incumbido de pregar as boas novas a todas as nações. Cai na real que estava “evangelizando” muito mais as pessoas para adquirirem certas marcas ou serviços que me encantavam do que falando do amor de Jesus. Por que será que somos tão eufóricos e diligentes em falar bem de uma marca de roupa ou sapato e não o fazemos da mesma forma para com as maravilhas de Deus?

Neste sentido, acho que as empresas não gostariam de ter clientes evangelistas como eu. E Deus?