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domingo, 20 de julho de 2008

Conhecendo o que a palavra de Deus fala acerca da mãe do menino Jesus

Disse Jesus:
“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. João 8.32
“Examinais as escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna e são elas que testificam de mim” João 5.39
“Errais não conhecendo as escrituras nem o poder de Deus”. Mateus 22.29

Em dois livros do Novo Testamento (Mateus e Lucas) relata-se em detalhes a vida de Jesus (e conseqüentemente de sua família) e por isso que serão citados em maior escala que os demais.
No capítulo primeiro de Mateus é relatada toda a história da concepção virginal de Maria e a explicação do anjo Gabriel a José, que se encontrava noivo de Maria, acerca desta gravidez sobrenatural. E não a possuiu como esposa até que desse a luz a Jesus conforme relatado em Mateus 1.25 “E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus”. Como é de costume entre o povo judeu, filhos representam bênçãos de Deus para a família, e não foi diferente entre os progenitores do Senhor Jesus conforme relatados nos versos abaixo:

“Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas? E não estão entre nós todas as suas irmãs? De onde lhe veio, pois, tudo isto?”. Mateus 13.55,56

“Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e com seus irmãos”. Atos 1.14

“Depois, passados três anos, fui a Jerusalém para ver a Pedro, e fiquei com ele quinze dias. E não vi a nenhum outro dos apóstolos, senão a Tiago, irmão do Senhor”. Gálatas 1.18,19

“E foram ter com ele sua mãe e seus irmãos, e não podiam aproximar-se dele, por causa da multidão. E foi-lhe dito: Estão lá fora tua mãe e teus irmãos, que querem ver-te. Mas, respondendo ele, disse-lhes: Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a executam”. Lucas 8.19,20

“Disseram-lhe, pois, seus irmãos: Sai daqui, e vai para a Judéia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes. Porque não há ninguém que procure ser conhecido que faça coisa alguma em oculto. Se fazes estas coisas, manifesta-te ao mundo. Porque nem mesmo seus irmãos criam nele”. João 7.3;5

Como se pode ver, Deus honrou com toda sorte de bênçãos a mulher que se dispôs a servir a Deus concebendo do Espírito Santo o seu filho amado. Ela mesma relata o que este chamado representava para a sua vida no seu conhecido cântico:

“Bem-aventurada a que creu, pois hão de cumprir-se as coisas que da parte do Senhor lhe foram ditas. Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador; Porque atentou na baixeza de sua serva; Pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada, Porque me fez grandes coisas o Poderoso; E santo é seu nome. E a sua misericórdia é de geração em geração Sobre os que o temem”. Lucas 1.45,50

Contudo, não se vê em parte alguma das escrituras que Deus tenha dado autoridade a Maria para efetuar qualquer interseção entre Ele e o mundo; muito pelo contrário, Ele enviou seu filho Jesus ao mundo para ser este intercessor:

“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo”. 1 Timóteo 2.5,6

“Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós”. Romanos 8.34

“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo”. 1 João 2.1,2

“E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos”. 1 João 5.14-15

“Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; Um só SENHOR, uma só fé, um só batismo; Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós”. Efésios 4.4,6

“Porventura não vês tu o que andam fazendo nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém? Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira”. Jeremias 7.17,18

“Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura”. Isaías 42.8

“Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem. Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram. Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam”. Salmos 115.4,8

“Todos os artífices de imagens de escultura são vaidade, e as suas coisas mais desejáveis são de nenhum préstimo; e suas próprias testemunhas, nada vêem nem entendem para que sejam envergonhados. Quem forma um deus, e funde uma imagem de escultura, que é de nenhum préstimo? [...] Também faz um deus, e se prostra diante dele; também fabrica uma imagem de escultura, e ajoelha-se diante dela. Metade dele queima no fogo, com a outra metade prepara a carne para comer, assa-a e farta-se dela; também se aquenta, e diz: Ora já me aquentei, já vi o fogo. Então do resto faz um deus, uma imagem de escultura; ajoelha-se diante dela, e se inclina, e roga-lhe, e diz: Livra-me, porquanto tu és o meu deus. Nada sabem, nem entendem; porque tapou os olhos para que não vejam, e os seus corações para que não entendam. E nenhum deles cai em si, e já não têm conhecimento nem entendimento para dizer: Metade queimei no fogo, e cozi pão sobre as suas brasas, assei sobre elas carne, e a comi; e faria eu do resto uma abominação? Ajoelhar-me-ei ao que saiu de uma árvore? Apascenta-se de cinza; o seu coração enganado o desviou, de maneira que já não pode livrar a sua alma, nem dizer: Porventura não há uma mentira na minha mão direita”? Isaías 44.9,20



“Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei”. Isaías 55.11

domingo, 8 de junho de 2008

O verdadeiro amor

Um famoso professor se encontrou com um grupo de jovens que falava contra o casamento.
Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.
O mestre disse que respeitava sua opinião, mas lhes contou a seguinte história: "Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um enfarto.
Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando a levou até à caminhonete. Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta.
Durante o velório, meu pai não falou. Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.
Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção:
"- Meus filhos, foram 55 bons anos... Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem idéia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo." Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou:
"- Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade. Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, trocamos abraços em cada Natal, e perdoamos nossos erros... Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por que? Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu quem vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso. Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim..."
Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo: "Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa.."
E, por fim, o professor concluiu: Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.
Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar. Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam. O verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, no dia-a-dia e por todos os dias. O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada.
"Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado com certeza chegará mais longe..."
Pense em toda essa situação, ai está o amor realmente verdadeiro.
Reflita!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Como posso criar um criminoso?


A Bíblia nos ensina em Provérbios 22.6: "Ensina a criança no caminho que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele." A chefia de polícia de Houston, Texas (EUA), publicou as seguintes diretrizes irônicas sobre a educação de filhos:
Como posso conduzir meu filho a caminhos errados?
Desde pequeno, dê ao seu filho tudo que ele deseja.
Ache graça quando seu filho disser palavrões, pois assim ele ficará convencido da sua originalidade.
Não lhe dê orientação espiritual. Espere que ele mesmo escolha "sua religião" depois dos 21 anos de idade.
Nunca lhe diga que ele fez algo errado, pois isso poderia deixá-lo com complexo de culpa.
Deixe que seu filho leia o que quiser... A louça deve ser esterilizada, mas o espírito dele pode ser alimentado com lixo.
Arrume pacientemente tudo que ele deixar jogado: livros, sapatos, meias. Coloque tudo em seu lugar. Assim ele se acostumará a transferir a responsabilidade sempre para os outros.
Discuta freqüentemente diante dele, para que mais tarde ele não fique chocado quando a família se desestruturar.
Dê-lhe tudo em comida, bebida e conforto que o coração dele desejar. Leia cada desejo nos seus olhos! Recusas poderiam ter perigosas frustrações por conseqüência.
Defenda-o sempre contra os vizinhos, professores e a polícia; todos têm algo contra seu filho!
Prepare-se para uma vida sem alegrias – pois é exatamente isso que o espera!
Quem "educar" seus filhos dessa maneira, realmente deve esperar anos difíceis, pois a Bíblia diz em Provérbios 29.15b: "...a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe". Aquele, entretanto, que seguir a Palavra de Deus na educação, experimentará o que diz Provérbios 29.17: "Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma." (Norbert Lieth).

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, abril de 1997.
Fonte: Chamada da Meia-Noite

domingo, 4 de maio de 2008

O Paradoxo do nosso tempo

O paradoxo do nosso momento na História é termos prédios mais altos, mas paciência curta; rodovias mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; nós gastamos mais, mas possuímos menos; compramos mais, mas aproveitamos menos.
Nós temos casas maiores e famílias menores, mais conveniências e menos tempo; nós temos mais diplomas, mas menos razão; mais especialistas e ainda mais problemas, mais medicina, mas menos bem-estar.Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, das poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; Escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas comunicamos menos.Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente apagá-la.Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se de dar um abração carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer "eu te amo" a sua companheira(o) e às pessoas que ama mas, em primeiro lugar, ame... ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas querer tudo que você tem! Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

George Carlin

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Demagogia ou hipocrisia mesmo?!

“Para que o mal triunfe basta que os homens de bem nada façam”.
Edmund Burke


Há muito tempo que a sociedade brasileira não se mobiliza em um só pensamento e objetivo: ver o assassino da menina Isabella atrás das grades. Não se fala em outra coisa neste país; comparado até à época da Copa do Mundo de Futebol.
Realmente este fato trágico é inaceitável para qualquer ser humano que tenha pelo menos um mínimo de consciência e respeito à vida; tendo por agravante o fato da tenra idade da vítima, a mesma não tendo qualquer possibilidade de resistência.
Comentários do tipo “como é que o próprio pai pôde fazer algo tão bárbaro” são lidos e ouvidos por todo o Brasil (sendo que a mídia encontrou um grande filão nesta tragédia para ganhar dinheiro e notoriedade com isto). Sem querer entrar no mérito do que leva uma pessoa a fazer algo desta natureza (bem que não há explicação plausível que justifique tal barbárie), estamos vendo a mesma sociedade apoiar um projeto de lei que dá pleno direito de se praticar os mais terríveis atos contra a vida de crianças inocentes, sem que as mesmas possam gritar ou lutar por suas vidas! Se isso por si só não fosse suficiente, a maneira terrível na qual é praticado o assassinato não pode ser aceito por pessoas sãs (onde se dilacera completamente o corpo da criança, sem utilizar qualquer anestesia para diminuir a dor de ter seu corpo sendo arrancado parte por parte). E, se no caso “Isabella”, um dos maiores motivos de ira por parte da população fora que a menina mal pôde começar a viver e experimentar as maravilhas desta vida; nesta forma de assassinato liberado pelo estado (e assinado em baixo pela população), a criança não tem a oportunidade nem de poder encher seus pequenos pulmões de ar pela primeira vez, ou de poder vislumbrar as belezas deste mundo e sentir o amor de seus pais uma única vez nesta vida... O mais inacreditável é que, pasmem, o mandante do assassinato é a sua própria mãe! E tão impressionante quanto é saber que há pessoas favoráveis a tamanha barbárie. Que a menina Isabella não tenha morrido em vão, não permitamos que vidas tão inocentes sejam ceifadas sem que possam ao menos se defender.

Diga não ao aborto. E sim à vida!

“Não me preocupo com o grito dos violentos, mas com o silêncio dos bons”.
Martin Luter King